SEGURO? MELHOR TER!

Amazônia Seguros está perto de completar 30 anos de atuação em Sinop em franco crescimento

Fonte: Diário do Estado / José Roberto Gonçalves e Clemerson Mendes

Imagine os anos 1990. Os mais velhos, que vivenciaram com intensidade aqueles anos, sabem do perrengue que a economia brasileira atravessava. Imagine, agora, sair de um emprego fixo, com um alto cargo em uma agência bancária, para vender um produto que ainda não é dos mais confiáveis? Esta é uma parte da história de José Carlos Ramalho, proprietário da Amazônia Seguros. Quase 30 anos depois, a empresa se vê consolidada e cada vez maior no mercado de seguros. Com o mercado aquecido e em crescimento, o Diário do Estado MT aproveitou para conversar com Ramalho, que contou um pouco da sua história e, principalmente, da Amazônia Seguros.


DIÁRIO DO ESTADO – O senhor é o primeiro a chegar na empresa?

JOSÉ CARLOS RAMALHO – Eu gosto do que eu faço, amo minha profissão e a empresa. A Amazônia Seguros ganhou 15 vezes consecutivas o Prêmio Mérito Lojista, além de prêmio de Melhor Corretora de Mato Grosso e estamos trabalhando para ganhar pela segunda vez. Nosso cliente está cada vez mais exigente, então temos que estar preparados. E quanto mais você demonstra ter cultura de mundo, mais cria empatia. Você chega em um lugar para fazer uma visita, e ela não quer mais que você vá embora. Quando eu vou conversar, dar uma palestra, especialmente para professores, digo que há uma palavra que pode resumir: amor. Esse profissional lida com sonhos e forma cidadãos. Ele tem que estar bem todo dia, estar completo sempre. Esse professor tem que ser muito valorizado. Conheço famílias que têm apenas um membro formado, mas ele muda a vida dos demais.


DE – Comunicação na internet. De que forma a Amazônia Seguros vê a internet, não só para venda de produtos, mas também conscientizar certos nichos sobre certas necessidades?

JCR – As redes sociais estão ocupadas por pessoas de todas as idades. As pessoas estão sem tempo hoje, e fica muito fácil pelo celular... você faz tudo. É um meio muito forte, vem numa velocidade muito grande de informações. A gente tem que se qualificar para estar no meio, divulgando. É um acesso rápido, fácil. As pessoas têm tudo na palma da mão. As empresas, inclusive do nosso ramo, devem estar sim presentes nas redes sociais.

DE – O setor sofre com fake news?

JCR – A própria mídia tem trabalhado essa questão, mas na minha opinião ela [fake news] nasceu morta. Eu sinto que as próprias redes sociais, entre outros canais, têm rebatido as fake news. No nosso ramo, não enxergo ainda algum fato que tenha acontecido algo grave em alguma publicação inverídica. Não consegue atingir.


DE – E ano que vem a Amazônia Seguros completa 30 anos de história atuando no Mato Grosso...

JCR – Fico muito feliz com todos os prêmios que já recebemos. Eu vou fazer 40 anos de Sinop, em outubro. E em 17 de outubro de 2020 completa 30 anos de atuação. Parece que foi ontem. Eu trabalhava no extinto Banco Bamerindus, pedi as ‘contas’. Na agência, eu já vendia seguros, então resolvi vender os meus, por conta própria. Na época, era um trabalho mais árduo, porque era necessário convencer a pessoa sobre a necessidade de ela ter seguro. Hoje não, ele faz parte do orçamento familiar. Abri oficialmente a Amazônia Seguros naquele dia 17 de outubro de 1990... tinham pelo menos 50 pessoas, 50 amigos que foram conferir, numa lojinha pequena, uma porta. Estou feliz de ter tomado aquela decisão e graças a Deus tudo deu certo.


DE – Naquela época, era um ramo que ainda causava certa desconfiança, e hoje esse cenário mudou. O ditado que diz que “seguro é feito para a gente não usar” ainda se aplica?

JCR – O seguro é muito absoluto, as companhias fazem campanha institucional, mas o grande gargalo do seguro é que as seguradoras estão rápidas na liquidação de sinistro, que faz com que as pessoas, cada vez mais, acreditem no seguro. Um exemplo: indenização em caso de perda total de um carro leva hoje sete dias. As companhias brigam por quem paga mais rápido ao segurado. Mas realmente, os clientes compram um seguro para nunca precisar usar. É um contrato que você compra para proteger as suas conquistas, mas que você não o queira utilizar. Mas não deixa de ser importante ter o seguro, afinal, o próprio nome já diz. O índice de sinistralidade é muito alto no mercado. Uma coisa que, no Brasil, é diferente: na Europa, 95% das pessoas fazem, enquanto aqui só de 25% a 27%. É um disparate. As companhias europeias invadiram o Brasil, visto que aqui o mercado ainda está aquecido.


DE – O que justifica esses números? A cultura que faz com que as pessoas já procurem um seguro quase que de forma automática ou o método de atuação das empresas?

JCR – É a cultura. Eles têm um conceito de que é muito mais tranquilizador estar segurado. No Japão, 99,9% das pessoas fazem seguro. Aqui no Brasil, um exemplo, primeiro a pessoa compra o veículo e depois faz o seguro. Na Europa, Estados Unidos, é o contrário. Primeiro você compra o seguro do carro e depois faz o documento. A mesma coisa eles fazem com o nascimento de um filho, incluindo-o nessa apólice. Residência a mesma coisa. O cidadão vai fazer uma casa e já faz um seguro de risco e engenharia, antes mesmo de construir. Depois de pronta, ele faz o seguro da casa.


DE – No Brasil, há tendência de crescimento na aquisição de seguros?

JCR – Sim, o crescimento está entre 1,5% e 2% ao ano, algo que é muito significativo. Ao longo dos anos, Amazônia Seguros está perto de completar 30 anos de atuação em Sinop em franco crescimento Foto: Clemerson Mendes VITRINE nós vamos igualar os percentuais vistos em outras regiões do mundo. Mas ainda é possível baratear ainda mais. Esse conceito deve atingir as pessoas que fazem seguro porque é a lei da oferta e da demanda. Quanto mais consumidores adquirirem pacotes, mais baratos eles ficam.


DE – O que explica esse crescimento anual em um momento de crise econômica que o Brasil enfrenta?

JCR – Nós estamos vindo de uns quatro, cinco anos de uma crise política que virou econômica. Vou citar o ano de 2018: o mercado de seguros, cresceu 10,6%. A Amazônia Seguros cresceu 19%. Quanto mais crise, maior a consciência das pessoas que fazem seguro de que tem que proteger seu patrimônio, sua família. Passou a ser investimento, e não um mero gasto. É melhor ter, porque ‘vai que’ (acontece alguma coisa)! Nosso maior patrimônio não são só os quase 30 anos de mercado, e sim toda a equipe, que corrobora com o sucesso. Nossa eficácia é de 100%, desde a venda do serviço à entrega do produto. Nós não somos eficientes, nós somos eficazes. Sabe qual é a diferença? O eficiente ajuda o eficaz. Você sonha em ter as coisas, desde materiais, como carro, moto, casa, até aquelas que são a família, a esposa, os filhos. As pessoas conquistam e nós protegemos. O seguro mexe com o sonho e a emoção das pessoas. Esta é uma enorme responsabilidade.


DE – Veículos e residências são os mais comuns entre os serviços procurados. Fora eles, qual aquele seguro que mais tem sido comercializado pela empresa?

JCR – O seguro mais popular é o de automóveis, seguido de residencial, empresarial, de acidentes pessoais (individual e coletivo), de máquinas e equipamentos do agronegócio. Uma colheitadeira, por exemplo, chega ao preço de R$ 2 milhões. Também estão sendo procurados o seguro de porteira fechada – fazenda, tudo o que está lá dentro, entre eles boi, armazéns, galpões. Hoje, o seguro que está em crescente, é o seguro odontológico. Ele tem um baixo custo e as empresas dão como benefício aos funcionários. O preço reduziu em virtude do aumento no número de vendas desse seguro. Também cresceu o seguro de vida individual.


DE – Área de abrangência da Amazônia Seguros?

JCR – Nós temos agregados em quase todos os municípios de Mato Grosso. Essa pessoa indica e nós fechamos o contrato por aqui. Temos sede em Sinop e atendemos todo o estado, inclusive outras unidades federativas – Santa Catarina, São Paulo. Em 2020, teremos o sistema de franquias, mas estamos estudando esse sistema. Eu também queria destacar que são 300 e poucos dias úteis no ano, e todo dia estuda-se meia hora, além dos treinamentos internos e externos. Nós estamos investindo em pessoas.

DE – Vamos finalizar a entrevista, então?

JCR – Antes, quero deixar um agradecimento. Ficamos felizes por essa história, uma história de sucesso e contínua. Sempre tem que ter muita humildade, valorizar pessoas, treinamento da equipe de trabalho, funcionários comprometidos. Fui farmacêutico durante 10 anos e depois fui para o ramo de venda de seguros há praticamente 40 anos – 10 anos de banco e mais quase 30 de Amazônia. Somos cientes de nossa responsabilidade, de proteger sonhos e emoções das pessoas. Nós temos uma responsabilidade social com 30 famílias. Todos temos que ter compromisso com nosso trabalho. Outro orgulho que temos é que, em todo esse tempo, nunca atrasamos um dia de salário. Temos funcionários com mais de 20 anos de casa. Aprendemos a honrar os compromissos, as pessoas trabalham porque precisam. Os vencedores são aqueles que têm ousadia, coragem, convive com a realidade e sabem lidar com circunstância.

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