Roupas, sapatos e pacotes podem transmitir o vírus?

Fonte: Bradesco Seguro - Viva a Longevidade

Especialistas esclarecem em quais superfícies o novo coronavírus se mantém ativo –e em quais não


Os novos hábitos de higiene que adotamos para evitar a contaminação pelo novo coronavírus trouxeram, também, dúvidas sobre em que tipo de material o vírus se mantém ativo e pode nos infectar. É preciso tirar o sapato quando entrar em casa? E lavar as roupas?

Para esclarecer essas questões, o The New York Times consultou especialistas em doenças infecciosas, cientistas e microbiologistas para explicar onde o vírus pega --e onde não.

Mãos

Essa todo mundo já sabe: o vírus pode contaminar as mãos. Quando tiver de sair, lave as mãos assim que chegar em casa, como a gente ensina aqui.




Roupas

Apesar de pequenas partículas de saliva  flutuarem no ar, existe muito pouca chance de elas colidirem com as roupas. "Elas são tão pequenas que se movem no ar que passa ao redor do seu corpo e das roupas", diz a cientista Linsey Marr. "Conforme nos movimentamos, empurramos o ar que está no nosso caminho, e com ele vão as gotículas e partículas." A recomendação dos especialistas, portanto, é trocar de roupa somente se sair de casa e alguém espirrar em você.

Sapatos

As solas dos tênis e sapatos abrigam vírus e bactérias, mas não são necessariamente uma fonte de infecção. O melhor a fazer para não espalhar micro-organismos pela casa é tirar os calçados assim que entrar. Limpar as solas com um pano ou lenço umedecido não é uma boa ideia, pois as bactérias e vírus acabam se transferindo para a sua mão.

Cabelo e barba

Não correm o risco de serem contaminados se as pessoas respeitarem o distanciamento físico de dois metros. Mesmo se alguém espirrar atrás de você, as gotículas de saliva que forem para o seu cabelo têm pouca chance de causar uma infecção. "Você teria que tocar essa parte específica do cabelo, que já vai ter uma redução de partículas virais, e depois tocar em alguma parte do rosto. Quando se pensa na cadeia de eventos, tem que acontecer muita coisa coordenada, por isso o risco é baixo", afirma Andrew Janowksi, instrutor de doenças infecciosas pediátricas da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington.

Metal

Um estudo publicado em março de 2020 aponta que, em condições que sejam ideais, o novo coronavírus pode se manter ativo por até três dias em superfícies metálicas e de plástico. Daí a importância de lavar as mãos se tocar em objetos fora de casa e de higienizar as superfícies que você tocou --como o volante do carro e a bancada da cozinha.

Papelão

Esse mesmo estudo apontou que o novo coronavírus pode permanecer ativo por até 24 horas em papelão. Como esse material tem fibras absorventes, ele "seca" o vírus mais rapidamente do que as superfícies metálicas ou de plástico. "Mesmo em gotículas com alta carga de vírus, observamos uma rápida perda de infectividade no contato com materiais feitos de papel e algodão", concluiu um estudo de 2005 feito com o vírus da SARS.

Correspondência e pacotes

O risco de pegar a doença ao manusear cartas ou pacotes (ou lendo jornal) é muito baixo, segundo os especialistas. Para se proteger completamente, após manusear correspondência e pacotes, jogue a embalagem fora e lave as mãos.

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